Empilhadeiras à Combustão x Elétrica

A empilhadeira elétrica vem ao encontro de uma tendência mundial, que aponta veículos elétricos como alternativa aos movidos a combustível. Chama a atenção a diferença de nível de ruído, eventualmente o nível de vibração.

Empilhadeiras Elétricas

É no entanto conhecida de todos a incompatibilidade entre a eletricidade e a água: é o que torna desafiadora a fabricação das empilhadeiras elétricas; confinar o motor, circuitos de controle e de comando, sem impedir a propulsão de ser acoplada aos conjuntos de transmissão. Tudo necessita ser instalado em compartimentos vedados ou estanques, e principalmente repetitivos: alguns compartimentos estão sujeitos a abertura várias vezes ao longo da existência do equipamento, e depois devem admitir ser fechados com o mesmo resultado ao existente anteriormente. Umidade não se limita a chuva, se manifesta em forma de condensação, de enxurradas e vazamentos.

As empilhadeiras elétricas têm emissões bastante limitadas, sendo ideais para ambientes com ventilação restrita. O nível de ruído também é notavelmente menor, expondo operadores e pessoas ligadas ao serviço a riscos bem inferiores aos de outros tipos. No limite, as empilhadeiras elétricas alcançam tonelagens notavelmente inferiores às similares movidas a combustão. O conjunto é energizado por baterias tracionárias, com alta capacidade de armazenamento de carga, resultante dos ciclos de imobilidade, afinal de contas um motor parado, ou em rotação baixa, se assemelha a um transformador com secundário em curto-circuito.

Empilhadeiras a Gás

O motor a gás se assemelha ao movido a gasolina, existe uma compatibilidade quase imediata entre os dois combustíveis: necessita de centelhas elétricas para incinerar a mistura ar-combustível, uma vez a cada ciclo de admissão. Talvez em grau menor que as elétricas, possui circuitos que devem ser mantidos rigorosamente afastados de chuva e outras formas de umidade: utiliza velas e cabos correspondentes, circuito de distribuição, circuito gerador de alta tensão, e mais recentemente, um computador de bordo. Além disso, possui motor de partida, o que implica circuito de comando, e "automático", que engrena o motor principal ao de partida somente enquanto esta durar. É outra instalação a ser mantida vedada constantemente.

Motores de combustão interna são altamente emissivos, de Dióxido e Monóxido de Carbono, além de outras emissões, menos volumosas. Vale o mesmo para a emissão de calor. São portanto indicadas para ambientes abertos ou bem ventilados, como cais portuários e pátios de armazenagem. O nível de ruído é maior, sujeitando o operador e pessoas que trabalhem próximas ao uso de EPIs.

Empilhadeiras a Diesel

O motor Diesel tem uma série de vantagens sobre os movidos por outros combustíveis. Auto-inflamável, o óleo Diesel dispensa velas, cabos, circuito de distribuição, gerador de alta tensão, e todo o sincronismo relacionado. Basicamente, o único circuito de que necessita é o do motor de partida. As considerações relacionadas à emissão de poluentes são iguais às das empilhadeiras a gás, mas o nível de ruído acústico e de vibração são mais intensos.

Semelhanças

Em vários aspectos as empilhadeiras a combustão e as elétricas se parecem. Uma visão de relance às vezes nem permite distinguir umas das outras. Todas trazem estruturas semelhantes: a capacidade de movimentação é totalmente atrelada à estabilidade proporcionada pelo centro de gravidade baixo.